23 de ago. de 2010

Álvaro Obregón

Álvaro Obregón Salido (Navojoa, Sonora, 19 de Fevereiro de 1880 – Cidade do México, 17 de Julho de 1928) foi presidente do México entre 1920 e 1924. Nascido na Hacienda de Siquisiva, em Navojoa, Sonora, iniciou a sua carreira política como presidente do município de Huatabampo. Nesta altura, apoiou o presidente Francisco Madero contra uma revolta liderada por Pascual Orozco. Quando Madero foi deposto e assassinado durante uma revolta liderada por Félix Díaz e Victoriano Huerta (e apoiada pelo embaixador dos Estados Unidos no México, Henry Lane Wilson), Obregón juntou-se a Venustiano Carranza na revolta contra o novo governo de Huerta que levaria à renúncia deste em 14 de Julho de 1914.

Os quatro anos de governo de Álvaro Obregón ficaram conhecidos pelas reformas:

- agrária
- anticlerical
- pelo estabelecimento de boas relações diplomáticas com os Estados Unidos, baseadas na venda de petróleo mexicano no mercado dos Estados Unidos.

O maior incômodo durante o seu mandato foi uma revolta liderada por Adolfo de la Huerta, que se via como seu sucessor natural, enquanto que Obregón preferia Plutarco Elías Calles, o qual seria efectivamente eleito presidente, sucedendo a Obregón.

Em 1928, Obregón candidatou-se novamente à presidência do México, conseguindo a vitória numa eleição duramente disputada. Após regressar à Cidade do México para comemorar a sua vitória eleitoral, foi assassinado por José de León Toral (um seminarista que se opunha às suas políticas anticlericais), num restaurante, em 17 de Julho de 1928.

Foi um dos responsáveis pela morte de Pancho Villa.

A Obregón é atribuída a frase:
"Não tema os inimigos que te atacam; tenha medo dos amigos que te bajulam".

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